O documentário "Doze meses de resistência: A terra como horizonte de vida" será lançado oficialmente neste sábado, dia 08/07, às 18h, no Acampamento Maria Rosa Do Contestado (MST), em Castro.

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Apresentação

emilianozapata6-22-04-2013“Massacre de Eldorado dos Carajás”, é como ficou conhecida a morte de 21 sem terras no Pará em abril de 1996. A partir do ano seguinte, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promove uma série de manifestações em memória a este momento, o chamado Abril Vermelho.

Pontualmente, às 9h do dia 17 de abril, a BR 376 ficou parada por 21 minutos no km 506. A manifestação foi realizada por cerca de 150 integrantes do MST. A paralisação lembrou a morte de 21 sem terras em 1996 no Pará. Para cada morte, um minuto de paralisação.

“Temos como planejamento nacional fazer a paralisação de 21 minutos em homenagem aos trabalhadores mortos. Todas as rodovias vão parar. É uma ação em conjunto, decidida em assembleias pelo país”, relata Sílvio de Matos, militante do MST. A decisão parte de uma reunião geral em cada estado, onde são acertadas as atuações em relação ao Abril Vermelho.

A paralisação da rodovia foi feita de forma pacífica e controlada. Cerca de 150 pessoas do movimento participaram, além de apoiadores do MST. “A gente vem dar um apoio ao Abril Vermelho e a Reforma Agrária. É uma manifestação nacional por uma cobrança justa”, aponta Daniel Mazer, enfermeiro e simpatizante do MST.

No período da tarde, no mesmo dia, Rodrigues foi à Câmara Municipal de Ponta Grossa fazer uso da tribuna livre. A declaração durou 11 minutos e iniciou com o ato simbólico de Rodrigues de pendurar a bandeira do MST na tribuna.

Durante o discurso, outros dois integrantes do MST entregaram uma cesta de produtos agroecológicos produzidos no Pré- Assentamento Emiliano Zapata ao vereador Aguinel.

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