O documentário "Doze meses de resistência: A terra como horizonte de vida" será lançado oficialmente neste sábado, dia 08/07, às 18h, no Acampamento Maria Rosa Do Contestado (MST), em Castro.

Mídias populares

Apresentação

Historicamente os movimentos sociais foram deixados de lado pelo poder público e pela sociedade. A saída encontrada para amenizar este fato é a mobilização. Estas são as formas daqueles que não têm espaço na mídia tradicional chamarem atenção.

Nos 29 anos de história do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em forma de ocupações e marchas, a mobilização sempre esteve presente, principalmente durante o mês de abril.

O Abril Vermelho, movimento em memória pela morte de 21sem terras no Pará, no Massacre de Eldorado dos Carajás cobra por justiça e por decisões mais rápidas sobre a questão dos acampamentos não formais espalhados pelo Brasil.

Portanto, movimento Abril Vermelho feito pelo MST há 16 anos busca cumpre o papel de reivindicar e chamar atenção para a causa da Reforma Agrária. Em Ponta Grossa, a cobrança em forma de ocupação na Embrapa serviu para dizer: “Estamos aqui e continuamos lutando por esta terra!”

Os atos, reuniões e protestos comandados pelo MST neste mês por todo o país pretendem pressionar o poder público para que este tome medidas a favor dos mais de 600 mil sem terras. Essas lutas são necessárias, pois refletem o baixo índice de assentamentos criados nos últimos anos.

A luta pela Reforma Agrária é fundamental para a democratização da terra no Brasil. Ela dá oportunidade a famílias produzirem em terras que não cumprem com a função social. A Comunidade de Resistência Emiliano Zapata busca esta soberania através das lutas em defesa do direito a terra na qual vivem e produzem há 10 anos.

Leia a reportagem

Integrantes do MST cobram liberação de terras ocupadas há 10 anos