altDo total de pessoas atendidas, mais de 50 são crianças e adolescentes de zero a 15 anos, algumas soropositivas, outras que não foram vitimadas pela chamada “transmissão vertical” – quando o vírus é transmitido no útero da mãe ou durante o parto. Com elas, as atividades são realizadas no contraturno escolar. Se estudam pela manhã, vão ao Grupo à tarde e vice-versa.


Vera Regina Taborda, diretora da entidade, deixa claro que a intenção do grupo não é substituir a escola. “O Reviver não é uma escola para as crianças, é uma casa de convivência”, afirma, destacando a importância de que elas estejam matriculadas em escolas regulares.

reviverreportagem5.jpgVera conta também que o local possui uma boa estrutura para cuidar das crianças. “A maioria das famílias vem de classes baixas e não possui todas as condições adequadas para cuidar das crianças. Talvez em casa as crianças não seriam tão bem cuidadas como são aqui”, conclui.

A estrutura destinada às crianças conta com parque, refeitório, quadra de esportes e salas onde se desenvolvem as atividades: aulas de violão, teatro, informática, e origami.