altA Prefeitura liberou a verba para a reforma, mas dois meses depois, apenas o telhado foi arrumado. A alegação é que a emergência era a reforma do telhado e que o resto será arrumado nos meses seguintes.

 

"Era para ter pintura, vidros, arrumar os banheiros", diz o professor Cândido     


Conforme publicado em setembro pelo Portal Comunitário, o ginásio de esportes da Vila Palmeirinha precisava de reformas. Além da pintura gasta, vidros quebrados, banheiros em precárias condições, um vendaval tinha destelhado o ginásio.

Mais de dois meses depois, a reportagem do site voltou ao local para verificar a reforma feita. Mas o que foi constatado é que o ginásio apenas teve o telhado coberto novamente. Todas as outras melhorias que constavam na licitação feita pela Prefeitura Municipal não foram feitas.

O professor de Educação Física do Colégio Epaminondas Novaes Ribas, Cândido José de Abreu, afirma que, além do telhado, a iluminação também foi melhorada, mas que a maioria dos problemas não foi solucionada.

“O projeto era para tudo. Era para ter pintura, vidros, arrumar os banheiros. Como está, continua molhando. Não dá para jogar”, diz o professor que trabalha no Colégio localizado ao lado do ginásio e que usa esse espaço para suas aulas e para a Escolinha de Futsal.

A assessoria da Prefeitura alega que havia um projeto emergencial de trocas dos vidros e que isso já foi resolvido. As outras reformas (como colocação de novas tabelas de basquete, pintura, troca de vidros, reforma dos banheiros) estão num segundo projeto, que tem prazo de término até o final desse ano. Mas a assessoria ressalta que o contrato tem uma cláusula que permite que a reforma estenda-se por mais alguns meses.