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Ação promove integração entre formação acadêmica e promoção do bem-estar social

visita arrep 3Equipe do curso de Farmácia da UEPG foi atá a associação para coletar o sangue e recolher a amaostra de urina 

 

A equipe da Incubadora de Empreendimentos Solidários (IESol) terminou, na última terça-feira, dia 27, uma intervenção voltada à àrea de saúde na Associação dos Recicladores Reis do Pet (Arrep). Através de uma parceria com o curso de Farmácia da UEPG, foram realizados exames como hemograma, teparâmetros bioquímicos (glicose, colesterol, triglicerídeos, entre outros), imunológicos e de urina.

Ao todo, na manhã de terça-feira foram coletadas 12 amostras de sangue dos associados (sete já haviam feitas anteriormente) e mais a urina para a realização das análises. Além disso, foi aferida a pressão e feita a checagem de peso, altura e circunferência abdominal.

O estagiário da IESol e estudante de Farmácia responsável pela intervenção, Lucas Eduardo Brojan, destaca a necessidade da atividade. “Como conhecia o laboratório anteriormente, pois faz parte da minha graduação, montei essa intervenção dentro da Associação, que é carente no quesito acesso à saúde”, ressalta.

A professora do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, Mackelly Simionatto, relata a experiência de atividades ligadas à comunidade para as alunas que participaram da coleta. “É possível trazer os alunos para a realidade da comunidade, levando-os para fora da universidade, testando seus conhecimentos e ajudando a comunidade”, ressalta.

Lucas ainda completa da integração com a sociedade. “Eu sempre acreditei que a universidade existe para servir a comunidade. Desde que entrei na incubadora tento inserir a saúde no contexto de multiprofissionalidade”.

Agora, as amostras serão processadas no laboratório e analisadas para que os resultados possam ser repassados aos associados o mais rápido possível. A professora Mackelly cita que uma percepção que a equipe teve durante a coleta das amostras para os exames é a de que um grande número de pessoas iniciou algum tipo de tratamento, porém não o terminou. “A ideia é perceber com esses exames se há algum tipo de alteração e dar o encaminhamento adequado”, finalizou.

Maria da Luz de Oliveira vai completar 73 anos em maio e nunca consultou um médico. Ela contou que apenas faz os exames no postinho perto da casa dela. Dona Maria ressaltou a importância da atividade para quem trabalha com reciclagem e está confiante de que a própria saúde continua impecável. “Espero que os resultados sejam bons”.

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ALém dos exames de sangue, a pressão dos associados também foi aferida 

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Categoria: Saúde
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